


Mais do que ficção, este livro é um espelho distorcido - e reconhecível - da fábrica de miseráveis chamada Estado.
Los Filhos da Democracia não é um livro para agradar. É um espelho sujo da América Latina - onde revolucionários viram ditadores, sindicalistas viram carrascos, e o povo vira carne moída em nome do bem comum. Aqui, a democracia é só uma palavra tatuada no cadáver de um regime.


Romance político
e contemporâneo

Sátira ácida
e atual

Leitura rápida,
impacto duradouro
O autor
Arthur Schreiber de Azevedo é advogado, escritor e mestre em História Política. Nascido em 1985, no ano da redemocratização do Brasil, é um dos muitos filhos da democracia. Cresceu sob governos de esquerda latino-americana e, por isso mesmo, tornou-se liberal. Com mais de uma década nos bastidores do poder, conhece de perto aquilo que os livros preferem omitir - ou distorcer. Natural de São Leopoldo (RS), carrega as cicatrizes da política brasileira e as transforma em literatura: sarcástica, amarga e implacável.

Los Filhos da Democracia é uma sátira política brutal e simbólica dos países latino-americanos - em especial, do Brasil. Ambientado em uma ilha fictícia devastada por guerras civis, revoluções e farsas eleitorais, o romance acompanha figuras arquétipas que disputam poder em nome do povo, da fé e da moral.
Entre presidentas autoritárias, messias populares, generais carismáticos e revoluções convertidas em espetáculo, a obra revela com ironia cortante como a democracia pode ser corrompida por propaganda, fanatismo e vaidade.
Mais do que ficção, este livro é um espelho distorcido - e reconhecível - da fábrica de miseráveis chamada Estado.


